
O deputado Alceu Moreira, atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembléia Legislativa, foi um dos quatro candidatos eleitos para representar o PMDB gaúcho na Câmara Federal. Com 81.071 votos, o ex-presidente do Parlamento gaúcho conquista sua terceira eleição: em 2002 elegeu-se deputado estadual, em 2006 foi reeleito com a maior votação de Bancada peemedebista - 61 mil votos - e, agora, para deputado Federal.
Alceu Moreira da Silva nasceu em 4 de junho de 1954, no município de Terra de Areia. É casado e tem três filhos. Há 30 anos faz política partidária. Foi vereador pelo PMDB de 1983 a 1988, vice-prefeito de Osório, de 1993 a 1996, e eleito prefeito municipal de Osório de 1997 a 2000.
De 1998 a 1999, foi Presidente da Associação dos Municípios do Litoral Norte (Amlinorte), sendo reeleito para o período 1999/2000. Neste mesmo período, também, exerceu o cargo de presidente da Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), onde defendeu as causas municipalistas.
Nas eleições de 2000, foi reeleito prefeito de Osório para o mandato 2001/2004. Em 2002, renunciou ao cargo para concorrer a deputado estadual, quando foi eleito com cerca de 45 mil votos. Aceitando ao convite do governador do Estado do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, assumiu a Secretaria Estadual de Habitação e Desenvolvimento Urbano, durante o período de janeiro de 2003 a abril de 2006, quando retomou sua cadeira na Assembléia Legislativa.
Nas eleições de 2006 foi o deputado mais votado do PMDB. Eleito com 61 mil votos, teve o respaldo das urnas para ser indicado pelo partido para assumir no segundo ano de legislatura a Presidência da Assembléia Legislativa onde se destacou ao implementar o projeto "Sociedade Convergente" que transformou o Parlamento em um fórum de discussões na busca de soluções para os problemas do Estado.
Também durante seu segundo mandato, preocupou-se diretamente com o meio ambiente. Logo ao assumir, propôs a criação da Comissão Especial de Recuperação das Bacias dos Rios dos Sinos e Gravataí. A motivação foi à tragédia que matou 80 toneladas de peixes em outubro de 2006. Durante 120 dias, presidiu a Comissão que contribuiu para muitos avanços na busca de soluções para o meio ambiente e, também, para que novas Comissões fossem instaladas, como a que acompanha a implantação do Consórcio Pró-Sinos, do Vale dos Sinos. É o atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).


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