Para quem não sabe, a homofobia é um termo usado para identificar a descriminação e ódio a pessoas que possuem orientação sexual diferenciada, ou melhor, pessoas homossexuais, assim são contra a homossexualidade que podem resultar em diferentes formas do preconceito sejam elas silenciosas ou não. Alguns especialistas através de estudos criam uma analogia entre o sentimento da homofobia com os fundamentos do racismo ou a qualquer outro preconceito, é o medo conseqüente do desprezo pelos homossexuais, isto é, o preconceito.
Com este problema enfrentado pelos gays, lésbicas e bissexuais, originou-se um novo termo para identificar este sentimento, o heterossexismo que surgiu recentemente, que se originou da comparação entre “racismo” e “sexismo”. A homofobia se manifesta de diversas formas na sociedade, sendo que nas ocasiões mais graves resulta-se em agreções verbais e físicas que podem ocasionar em assassinato. Desta forma, este tipo de fobia se torna doença que pode ser de difícil controle e involuntária, além disso, pode resultar na discriminação em diferentes ambientes como na escola, trabalho, rua, igreja, posto de saúde.
Além disso, a homofobia pode causar a homofobia internalizada, na qual o próprio indivíduo homossexual passa a não gostar de si mesmo pelo fato de serem gays graças a toda carga negativa que se assemelham ao seu respeito.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
domingo, 26 de dezembro de 2010
Ministros de Dilma Confira a divisão por partidos e veja os perfis

PT
- Alexandre Padilha (PT) - Ministério da Saúde
- Fernando Pimentel (PT) - Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
- Fernando Haddad (PT) - Educação
- Aloizio Mercadante (PT) - Ciência e Tecnologia
- Ideli Salvatti (PT-SC) - Ministério da Pesca
- Maria do Rosário (PT-RS) - Secretaria de Direitos Humanos
- Paulo Bernardo (PT-PR) - Ministério das Comunicações
- Antonio Palocci (PT-SP) - Casa Civil da Presidência
- Gilberto Carvalho (PT-SP) - Secretaria-Geral da Presidência
- José Eduardo Cardozo (PT-SP) - Ministério da Justiça
- Guido Mantega (PT-SP) - Ministério da Fazenda
- Miriam Belchior (PT-SP) - Ministério do Planejamento
- Luiza Helena de Bairros (PT) - Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial
- Tereza Campello (PT) - Ministério do Desenvolvimento Social
- Luiz Sérgio (PT-RJ) - Secretaria de Relações Institucionais
- Afonso Bandeira Florence (PT-BA) - Desenvolvimento Agrário
- Iriny Lopes (PT-ES) - Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres
PMDB
- Nelson Jobim (PMDB) - Ministério da Defesa
- Edison Lobão (PMDB-MA) - Ministério das Minas e Energia
- Wagner Rossi (PMDB-SP) - Ministério da Agricultura
- Pedro Novais (PMDB-MA) - Ministério do Turismo
- Garibaldi Alves (PMDB-RN) - Ministério da Previdência
- Moreira Franco (PMDB-RJ) - Secretaria de Assuntos Estratégicos
PSB
- Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) - Integração Nacional
- Leônidas Cristino (PSB) - Secretaria Especial de Portos
PDT
- Carlos Lupi (PDT) - Trabalho
PR
- Alfredo Nascimento (PR-AM) - Ministério dos Transportes
PP
- Mário Negromonte (PP) - Ministério das Cidades
PC do B- Orlando Silva Jr. (PC do B) - Ministério dos Esportes
Sem partido
- Izabella Teixeira - Meio Ambiente
- Ana de Hollanda - Ministério da Cultura
- Helena Chagas - Secretaria de Comunicação Social
- Alexandre Tombini - presidência do Banco Central
- Luís Inácio de Lucena Adams - Advocacia Geral da União (AGU)
- Antonio Patriota - Relações Exteriores
- General José Elito Carvalho - Gabinete de Segurança Institucional
- Jorge Hage - Controladoria-Geral da União (CGU)
Com 9 mulheres, Dilma supera 'cota' de Lula, FHC, Collor, Itamar e Sarney
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
O QUE É BULLYING
Bullying é uma situação que se caracteriza por atos agressivos verbais ou físicos de maneira repetitiva por parte de um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo inglês refere-se ao verbo "ameaçar, intimidar". A versão digital desse tipo de comportamento é chamada de cyberbullying, quando as ameaças são propagadas pelo meio virtual.
Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas. E todo ambiente escolar pode apresentar esse problema. "A escola que afirma não ter bullying ou não sabe o que é ou está negando sua existência", diz o médico pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia), que estuda o problema há nove anos.
Segundo o médico, o papel da escola começa em admitir que é um local passível de bullying, informar professores e alunos sobre o que é e deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática - prevenir é o melhor remédio. O papel dos professores também é fundamental. Eles podem identificar os atores do bullying - agressores e vítimas. "O agressor não é assim apenas na escola. Normalmente ele tem uma relação familiar onde tudo se resolve pela violência verbal ou física e ele reproduz isso no ambiente escolar", explica o especialista. Já a vítima costuma ser uma criança com baixa autoestima e retraída tanto na escola quanto no lar. "Por essas características, é difícil esse jovem conseguir reagir", afirma Lauro. Aí é que entra a questão da repetição no bullying, pois se o aluno reage, a tendência é que a provocação cesse.
Claro que não se pode banir as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar. O que a escola precisa é distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão. "Isso não é tão difícil como parece. Basta que o professor se coloque no lugar da vítima. O apelido é engraçado? Mas como eu me sentiria se fosse chamado assim?", orienta o médico. Ao perceber o bullying, o professor deve corrigir o aluno. E em casos de violência física, a escola deve tomar as medidas devidas, sempre envolvendo os pais.
O médico pediatra lembra que só a escola não consegue resolver o problema, mas é normalmente nesse ambiente que se demonstram os primeiros sinais de um agressor. "A tendência é que ele seja assim por toda a vida a menos que seja tratado", diz. Uma das peças fundamentais é que este jovem tenha exemplos a seguir de pessoas que não resolvam as situações com violência - e quem melhor que o professor para isso? No entanto, o mestre não pode tomar toda a responsabilidade para si. "Bullying só se resolve com o envolvimento de toda a escola - direção, docentes e alunos - e a família", afirma o pediatra.
Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas. E todo ambiente escolar pode apresentar esse problema. "A escola que afirma não ter bullying ou não sabe o que é ou está negando sua existência", diz o médico pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia), que estuda o problema há nove anos.
Segundo o médico, o papel da escola começa em admitir que é um local passível de bullying, informar professores e alunos sobre o que é e deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática - prevenir é o melhor remédio. O papel dos professores também é fundamental. Eles podem identificar os atores do bullying - agressores e vítimas. "O agressor não é assim apenas na escola. Normalmente ele tem uma relação familiar onde tudo se resolve pela violência verbal ou física e ele reproduz isso no ambiente escolar", explica o especialista. Já a vítima costuma ser uma criança com baixa autoestima e retraída tanto na escola quanto no lar. "Por essas características, é difícil esse jovem conseguir reagir", afirma Lauro. Aí é que entra a questão da repetição no bullying, pois se o aluno reage, a tendência é que a provocação cesse.
Claro que não se pode banir as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar. O que a escola precisa é distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão. "Isso não é tão difícil como parece. Basta que o professor se coloque no lugar da vítima. O apelido é engraçado? Mas como eu me sentiria se fosse chamado assim?", orienta o médico. Ao perceber o bullying, o professor deve corrigir o aluno. E em casos de violência física, a escola deve tomar as medidas devidas, sempre envolvendo os pais.
O médico pediatra lembra que só a escola não consegue resolver o problema, mas é normalmente nesse ambiente que se demonstram os primeiros sinais de um agressor. "A tendência é que ele seja assim por toda a vida a menos que seja tratado", diz. Uma das peças fundamentais é que este jovem tenha exemplos a seguir de pessoas que não resolvam as situações com violência - e quem melhor que o professor para isso? No entanto, o mestre não pode tomar toda a responsabilidade para si. "Bullying só se resolve com o envolvimento de toda a escola - direção, docentes e alunos - e a família", afirma o pediatra.
sábado, 20 de novembro de 2010
O Dia da Consciência
Quem foi Zumbi dos Palmares? Líder do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência contra a escravidão que foi assassinado em 20 de novembro de 1695.
O Quilombo dos Palmares foi fundado em 1597, nas terras da Serra da Barriga, atual estado de Alagoas. Em pouco tempo, o seu ideal de liberdade e competente organização fez com que o quilombo se tornasse uma verdadeira cidade.
Até que, em 1695, a expedição de Domingos Jorge Velho destruiu o Quilombo dos Palmares e assassinou Zumbi. Destruiu um território livre símbolo da resistência ao regime escravista e da consciência negra de homens e mulheres em busca da liberdade e da construção de uma nação.
Em 1995, depois de 300 anos de seu assassinato, foi realizada no dia 20 de novembro a Marcha Zumbi dos Palmares - contra o Racismo pela Igualdade e a Vida, reunindo em Brasília cerca de 30 mil pessoas. Zumbi dos Palmares foi oficialmente reconhecido pelo governo brasileiro como herói nacional.
Recuperar o ideário de Zumbi não é apenas rememorar Palmares, mas resgatar um importante exemplo de luta e organização pela emancipação do povo brasileiro.
O Dia da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A semana dentro da qual está esse dia recebe o nome de Semana da Consciência Negra.
A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1594).
Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.
Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, etc.
O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de maio, Abolição da Escravatura – comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da Princesa Isabel.
A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte forçado de africanos para o solo brasileiro (1594).
Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.
Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, etc.
O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos; até então, o movimento negro precisava se contentar com o dia 13 de maio, Abolição da Escravatura – comemoração que tem sido rejeitada por enfatizar muitas vezes a "generosidade" da Princesa Isabel.
sábado, 13 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
Alceu Moreira é eleito para a Câmara dos Deputados

O deputado Alceu Moreira, atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembléia Legislativa, foi um dos quatro candidatos eleitos para representar o PMDB gaúcho na Câmara Federal. Com 81.071 votos, o ex-presidente do Parlamento gaúcho conquista sua terceira eleição: em 2002 elegeu-se deputado estadual, em 2006 foi reeleito com a maior votação de Bancada peemedebista - 61 mil votos - e, agora, para deputado Federal.
Alceu Moreira da Silva nasceu em 4 de junho de 1954, no município de Terra de Areia. É casado e tem três filhos. Há 30 anos faz política partidária. Foi vereador pelo PMDB de 1983 a 1988, vice-prefeito de Osório, de 1993 a 1996, e eleito prefeito municipal de Osório de 1997 a 2000.
De 1998 a 1999, foi Presidente da Associação dos Municípios do Litoral Norte (Amlinorte), sendo reeleito para o período 1999/2000. Neste mesmo período, também, exerceu o cargo de presidente da Federação das Associações dos Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), onde defendeu as causas municipalistas.
Nas eleições de 2000, foi reeleito prefeito de Osório para o mandato 2001/2004. Em 2002, renunciou ao cargo para concorrer a deputado estadual, quando foi eleito com cerca de 45 mil votos. Aceitando ao convite do governador do Estado do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, assumiu a Secretaria Estadual de Habitação e Desenvolvimento Urbano, durante o período de janeiro de 2003 a abril de 2006, quando retomou sua cadeira na Assembléia Legislativa.
Nas eleições de 2006 foi o deputado mais votado do PMDB. Eleito com 61 mil votos, teve o respaldo das urnas para ser indicado pelo partido para assumir no segundo ano de legislatura a Presidência da Assembléia Legislativa onde se destacou ao implementar o projeto "Sociedade Convergente" que transformou o Parlamento em um fórum de discussões na busca de soluções para os problemas do Estado.
Também durante seu segundo mandato, preocupou-se diretamente com o meio ambiente. Logo ao assumir, propôs a criação da Comissão Especial de Recuperação das Bacias dos Rios dos Sinos e Gravataí. A motivação foi à tragédia que matou 80 toneladas de peixes em outubro de 2006. Durante 120 dias, presidiu a Comissão que contribuiu para muitos avanços na busca de soluções para o meio ambiente e, também, para que novas Comissões fossem instaladas, como a que acompanha a implantação do Consórcio Pró-Sinos, do Vale dos Sinos. É o atual presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Partido conquista oito cadeiras na Assembleia e quatro na Câmara

O PMDB do Rio Grande do Sul conquistou nas eleições gerais deste domingo, 3 de outubro de 2010, oito cadeiras na Assembleia Legislativa e quatro na Câmara dos Deputados. Para a Assembleia Legislativa Marco Alba foi o mais votado do partido, com 82.269 votos. Para a Câmara dos Deputados, o mais votado do PMDB foi Osmar Terra, com 130.667 votos. Se elegeram para a Assembleia também Edson Brum, Márcio Biolchi, Giovani Feltes, Gilberto Capoani, Alexandre Postal, Maria Helena Sartori e Álvaro Boessio. Os três primeiros suplentes peemedebistas no Parlamento gaúcho são Nelson Härter, Sandro Boka, e Gabriel Souza. Ainda foram computados 57.595 votos na legenda para deputado estadual. Para a Câmara dos Deputados, os demais parlamentares escolhidos neste pleito foram Darcísio Perondi, Mendes Ribeiro Filho, e Alceu Moreira. Os três primeiros suplentes para este cargo são Eliseu Padilha, Luiz Fernando Záchia e Elmar Schneider. A legenda federal recebeu 52.596 votos.
Deputados Federias mais votados em Mostardas
Pos. Candidato Nro. Partido Votação
1 ALCEU MOREIRA DA SILVA
1500 PMDB 13982
LUIZ CARLOS GHIORZZI BUSATO
1414 PTB 526
3 MANUELA PINTO VIEIRA D AVILA
6565 PC do B 425
4 CARLOS EDUARDO VIEIRA DA CUNHA
1212 PDT 340
5 JERONIMO PIZZOLOTTO GOERGEN
1133 PP 308
6 DANRLEI DE DEUS HINTERHOLZ
1401 PTB 303
7 LUIS CARLOS HEINZE
1144 PP 288
8 ELVINO JOSÉ BOHN GASS
1320 PT 242
9 ELISEU LEMOS PADILHA
1566 PMDB 202
10 FERNANDO STEPHAN MARRONI
1345 PT 194
11 PEDRO REUS RIBEIRO NARDES
1145 PP 154
12 CLAUDIO CASTANHEIRA DIAZ
4512 PSDB 128
13 DIONILSO MATEUS MARCON
1355 PT 116
14 RUY PAULETTI
4500 PSDB 102
15 MATTEO ROTA CHIARELLI
2545 DEM 98
16 ADEMIR JOSE SCHNEIDER
4555 PSDB 93
17 NELSON MARCHEZAN JUNIOR
4545 PSDB 87
18 MARCO AURELIO SPALL MAIA
1314 PT 73
19 GIOVANI CHERINI
1221 PDT 72
20 RENATO DELMAR MOLLING
1122 PP 71
1 ALCEU MOREIRA DA SILVA
1500 PMDB 13982
LUIZ CARLOS GHIORZZI BUSATO
1414 PTB 526
3 MANUELA PINTO VIEIRA D AVILA
6565 PC do B 425
4 CARLOS EDUARDO VIEIRA DA CUNHA
1212 PDT 340
5 JERONIMO PIZZOLOTTO GOERGEN
1133 PP 308
6 DANRLEI DE DEUS HINTERHOLZ
1401 PTB 303
7 LUIS CARLOS HEINZE
1144 PP 288
8 ELVINO JOSÉ BOHN GASS
1320 PT 242
9 ELISEU LEMOS PADILHA
1566 PMDB 202
10 FERNANDO STEPHAN MARRONI
1345 PT 194
11 PEDRO REUS RIBEIRO NARDES
1145 PP 154
12 CLAUDIO CASTANHEIRA DIAZ
4512 PSDB 128
13 DIONILSO MATEUS MARCON
1355 PT 116
14 RUY PAULETTI
4500 PSDB 102
15 MATTEO ROTA CHIARELLI
2545 DEM 98
16 ADEMIR JOSE SCHNEIDER
4555 PSDB 93
17 NELSON MARCHEZAN JUNIOR
4545 PSDB 87
18 MARCO AURELIO SPALL MAIA
1314 PT 73
19 GIOVANI CHERINI
1221 PDT 72
20 RENATO DELMAR MOLLING
1122 PP 71
terça-feira, 21 de setembro de 2010
De León chega de helicóptero e dá largada às obras da Arena


De León chega de helicóptero e dá largada às obras da Arena
Uruguaio chega ao terreno do futuro estádio com pedaço de gramado do Olímpico. ‘Cápsula do tempo’ é enterrada com mensagens de torcedores
Por Alexandre Alliatti
Porto Alegre
De León chega de helicóptero ao futuro estádio
(Foto: Alexandre Alliatti / Globoesporte.com)O helicóptero só poderia ser azul. Por volta das 17h20m desta segunda-feira, quando ele pousou no terreno onde será construída a Arena do Grêmio, os mais de 5 mil gremistas presentes no local abriram os olhos para ver Hugo de León sair de dentro dele. O uruguaio, capitão do título mundial de 1983, carregou nos braços um pedaço do gramado do Olímpico, marco da mudança de casa do Tricolor.
De León levou a grama até o espaço onde ela seria depositada. Ali, foi enterrada também a chamada “cápsula do tempo”, um objeto recheado por mensagens de gremistas, escritas em papel. Ela será aberta no dia da inauguração da Arena, prevista para o fim de 2012. Em seguida, o uruguaio ajudou a pressionar o botão que fez a primeira máquina funcionar no local onde será erguido. Os gremistas vibraram como se fosse gol.
Baterias de fogos de artifício explodiram no céu de Porto Alegre enquanto dirigentes do Grêmio e Hugo de León observavam uma maquete da Arena. Foi o ponto final de um dia tricolor em Porto Alegre. No início da tarde, uma carreata saiu do Olímpico, invadiu algumas das principais avenidas da capital gaúcha e pintou a cidade de azul, preto e branco.
A partir de agora, o clube e sua empresa parceira, a OAS, prometem colocar mãos à obra. O novo estádio terá capacidade para 53 mil pessoas. O Olímpico só será demolido quando a Arena estiver de pé.
Capitão do título mundial de 1983 carrega pedaço de gramado do Olímpico até o terreno onde será erguida a Arena do Grêmio (Foto: Alexandre Alliatti / Globoesporte.com)
terça-feira, 14 de setembro de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
Pesquisa Datafolha aponta Tarso
Pesquisa Datafolha aponta Tarso à frente na corrida ao Palácio Piratini
Candidato petista tem 38% das intenções de voto, seguido de José Fogaça, com 27%
Pesquisa do instituto Datafolha, encomendada pelo Grupo RBS, e divulgada nesta sexta-feira, indica o candidato do PT, Tarso Genro, na liderança da disputa ao Palácio Piratini nas eleições deste ano. Na pesquisa estimulada, Tarso aparece com 38% das intenções de voto, seguido por José Fogaça, do PMDB, com 27%, e Yeda Crusius, do PSDB, com 16%.
Em relação à última pesquisa realizada pelo instituto, em julho, o candidato petista subiu três pontos (de 35% para 38%) e José Fogaça manteve a mesma pontuação. A governadora Yeda Crusius, que concorre à reeleição, oscilou um ponto, passando de 15% para 16%.
Na Capital, Tarso Genro é o candidato com o maior percentual de intenções de voto: tem 43%. Fogaça aparece em segundo, com 30%, e Yeda em terceiro, com 12%. Já no interior do Estado, o petista tem 36% das intenções, Fogaça tem 25% e Yeda, 19%.
O Datafolha consultou 1.196 eleitores em 46 municípios do Rio Grande do Sul, entre os dias 9 e 12 de agosto. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
> Confira os números da pesquisa Datafolha para presidente no RS
Os candidatos Pedro Ruas, do PSOL, Julio Flores, do PSTU, e Carlos Schneider, do PMN, têm 1% das intenções de voto, cada um. José Guterres, do PRTB, Humberto Carvalho, do PCB, e Montserrat Martins, do PV, foram citados por eleitores, mas não chegaram a somar 1%. Aroldo Medina, do PRP, não foi citado. Entre os que responderam, 4% disseram que votariam em branco ou nulo.
De acordo com o Datafolha, 13% dos entrevistados na pesquisa estimulada afirmaram que ainda não sabem em quem votariam se a eleição para governador fosse hoje. Esse número sobe para 59% na pesquisa espontânea, sem apresentação de nomes de candidatos para a escolha dos entrevistados. Nesse caso, Tarso aparece com 17%, Fogaça com 10% e Yeda com 7%.
Rejeição
O Datafolha também consultou os eleitores sobre em quais candidatos eles não votariam, caso a eleição para governador fosse hoje. A governadora Yeda Crusius é quem aparece com o maior índice de rejeição: 42% dos entrevistados afirmaram que não escolheriam seu nome para governar o Estado.
Em seguida surgem Tarso Genro, com um índice de rejeição de 15%, e José Fogaça, com 14%. Entre os consultados, 10% não votariam nos candidatos Pedro Ruas ou Julio Flores, 6% não votariam em Aroldo Medina, José Guterres ou Carlos Schneider, e 5% não escolheriam Montserrat Martins ou Humberto Carvalho.
Ainda de acordo com o Datafolha, 10% dos 1.196 eleitores consultados afirmaram que não rejeitam nenhum dos candidatos que concorrem ao Palácio Piratini e 2% não escolheriam nenhum deles.
Instituto: Datafolha
Solicitante: Grupo RBS
Período de campo: 9 a 12 de agosto
Tamanho da amostra: 1.196 eleitores
Margem de erro: três pontos percentuais, para mais ou para menos
Registro: no TRE, 36.864/2010, e no TSE, 22.762/2010
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Candidato petista tem 38% das intenções de voto, seguido de José Fogaça, com 27%
Pesquisa do instituto Datafolha, encomendada pelo Grupo RBS, e divulgada nesta sexta-feira, indica o candidato do PT, Tarso Genro, na liderança da disputa ao Palácio Piratini nas eleições deste ano. Na pesquisa estimulada, Tarso aparece com 38% das intenções de voto, seguido por José Fogaça, do PMDB, com 27%, e Yeda Crusius, do PSDB, com 16%.
Em relação à última pesquisa realizada pelo instituto, em julho, o candidato petista subiu três pontos (de 35% para 38%) e José Fogaça manteve a mesma pontuação. A governadora Yeda Crusius, que concorre à reeleição, oscilou um ponto, passando de 15% para 16%.
Na Capital, Tarso Genro é o candidato com o maior percentual de intenções de voto: tem 43%. Fogaça aparece em segundo, com 30%, e Yeda em terceiro, com 12%. Já no interior do Estado, o petista tem 36% das intenções, Fogaça tem 25% e Yeda, 19%.
O Datafolha consultou 1.196 eleitores em 46 municípios do Rio Grande do Sul, entre os dias 9 e 12 de agosto. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
> Confira os números da pesquisa Datafolha para presidente no RS
Os candidatos Pedro Ruas, do PSOL, Julio Flores, do PSTU, e Carlos Schneider, do PMN, têm 1% das intenções de voto, cada um. José Guterres, do PRTB, Humberto Carvalho, do PCB, e Montserrat Martins, do PV, foram citados por eleitores, mas não chegaram a somar 1%. Aroldo Medina, do PRP, não foi citado. Entre os que responderam, 4% disseram que votariam em branco ou nulo.
De acordo com o Datafolha, 13% dos entrevistados na pesquisa estimulada afirmaram que ainda não sabem em quem votariam se a eleição para governador fosse hoje. Esse número sobe para 59% na pesquisa espontânea, sem apresentação de nomes de candidatos para a escolha dos entrevistados. Nesse caso, Tarso aparece com 17%, Fogaça com 10% e Yeda com 7%.
Rejeição
O Datafolha também consultou os eleitores sobre em quais candidatos eles não votariam, caso a eleição para governador fosse hoje. A governadora Yeda Crusius é quem aparece com o maior índice de rejeição: 42% dos entrevistados afirmaram que não escolheriam seu nome para governar o Estado.
Em seguida surgem Tarso Genro, com um índice de rejeição de 15%, e José Fogaça, com 14%. Entre os consultados, 10% não votariam nos candidatos Pedro Ruas ou Julio Flores, 6% não votariam em Aroldo Medina, José Guterres ou Carlos Schneider, e 5% não escolheriam Montserrat Martins ou Humberto Carvalho.
Ainda de acordo com o Datafolha, 10% dos 1.196 eleitores consultados afirmaram que não rejeitam nenhum dos candidatos que concorrem ao Palácio Piratini e 2% não escolheriam nenhum deles.
Instituto: Datafolha
Solicitante: Grupo RBS
Período de campo: 9 a 12 de agosto
Tamanho da amostra: 1.196 eleitores
Margem de erro: três pontos percentuais, para mais ou para menos
Registro: no TRE, 36.864/2010, e no TSE, 22.762/2010
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
6° Encontro Estadual da Juventude do PMDB neste sábado, 24

O núcleo da Juventude do PMDB/RS realiza, no próximo dia 24, seu 6° Encontro Estadual. O evento acontece em Gramado e contará com a presença de militantes do núcleo e membros da majoritária peemedebista.
Segundo o presidente da JPMDB/RS, Rafael Braga, o intuito do encontro é "reunir jovens de todas as regiões do Estado e unir forças para as eleições 2010".
Confira a programação:
9h - Credenciamento
10h - Abertura oficial
12h - Almoço
14h - A juventude na Campanha
Palestrante: Mendes Ribeiro Filho, deputado federal e coordenador da campanha de José Fogaça.
15h - PMDB: Formação Política e Plano de Governo
Palestrantes:
Deputado federal Eliseu Padilha, presidente da Fundação Ulysses Guimarães e secretario-geral do PMDB/RS.
Deputado federal, Darcisio Perondi, membro da executiva nacional.
16h - Encerramento
23h - Festa de Confratenização no Bill Bar
Mais informações podem ser obtidas com:
Rafael Braga, presidente da JPMDB/RS, (51) 9268.3984
Augusto Luz, presidente da JPMDB/Gramado, (54) 9923.3581
Evandro Moschen, coordenador PMDB/Serra, (54) 9986.7758
quarta-feira, 21 de julho de 2010
GABBRIEL SOUZA 15000 PERFIL

Quem olha Gabriel se movimentar, articular, discursar e transitar no ambiente político, logo pensa que deve se tratar de um filho de algum político de sucesso do Rio Grande do Sul. Mas o guri é cria de um contador e de uma dona de casa sem nenhum envolvimento com a política. Nasceu e se criou em Tramandaí, no Litoral Norte, e até os 15 anos nunca tinha entrado na sede de um partido político.
Começou a gostar da coisa quando, em Osório, cursava o ensino médio e se interessou pelo Grêmio Estudantil de sua escola. Virou tesoureiro do grêmio e em seguida se elegeu presidente da União dos Estudantes de Osório, chegando depois a ocupar a vice-presidência da União Gaúcha dos Estudantes, a UGES.
“Ingressei no PMDB com 15 anos, depois de pesquisar sobre os partidos e me identificar com a história e com os ideais de justiça social da sigla que lutou pela democracia no Brasil”, lembra. Ainda aos 15 anos, Gabriel foi tesoureiro da comissão provisória da JPMDB de Tramandaí, se elegendo presidente daquele núcleo seis meses depois, e após dois anos, reeleito para o cargo.
Foi duas vezes vice-presidente da JPMDB do Rio Grande do Sul, a primeira vez com apenas 17 anos. Em 2005 foi eleito o presidente estadual mais jovem da história da JPMDB/RS. E assim foi também em 2006 na Comissão Executiva Estadual do PMDB/RS, quando foi eleito o membro mais jovem da história da direção do partido mais antigo do Estado. Ainda hoje, Gabriel é o secretário-adjunto da executiva que tem como secretário-geral o deputado Eliseu Padilha e como presidente o senador Pedro Simon.
Depois de ter sido reeleito presidente estadual da JPMDB/RS e secretário-geral nacional da JPMDB, foi eleito, por unanimidade, presidente nacional do órgão (em se tratando do PMDB Nacional, unanimidades são raríssimas).
No ano passado, 2009, foi indicado como pré-candidato único a deputado estadual pela coordenadoria regional do PMDB do Litoral Norte, região com 23 municípios e 250 mil eleitores.
“Quero abordar o assunto ‘juventude’ na campanha, inserir o tema como prioridade na agenda política gaúcha”, defende Gabriel, que acrescenta: “pra galera do interior e da cidade as políticas públicas devem gerar perspectiva de futuro”.
Com agenda sempre lotada, esse guri de Tramandaí anda pelo Rio Grande inteiro. Já visitou mais de 400 municípios gaúchos e seus olhos brilham toda vez que fala em mudar o Rio Grande e o Brasil: “a política vai mudar se tu participar dela, se envolver, se interessar, se indignar. É nisso que eu acredito”.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Convenção Estadual do PMDB 2010











O PMDB/RS anunciou na manhã deste sábado, 26, durante Convenção Estadual, a nominata de candidatos para as eleições deste ano. Na oportunidade, foi formalizada a candidatura de Germano Rigotto ao Senado e, de José Fogaça e Pompeo de...
"Memorável e inesquecível, sem paralelos nem precedentes." Foi com estas palavras que, emocionado, o candidato a governador do Estado pela coligação PMDB-PDT, José Fogaça, descreveu a convenção estadual dos partidos, que ocorreu neste sábado, dia 26, em Porto Alegre, e reuniu mais de 10 mil pessoas. "Este evento vai marcar época na vida política no Estado. Vamos fazer uma campanha de alto nível, sem atacar partido A ou B. Será uma campanha em favor do futuro e da esperança do Rio Grande, a partir de um grande projeto baseado no desenvolvimento das regiões, na descentralização e na conquista da sustentabilidade financeira", ressaltou.
Durante seu pronunciamento, o ex-prefeito da Capital questionou o porquê da presença massiva do público, oriundo de diversas regiões. Segundo ele, a resposta está no fato de a população gaúcha ter consciência de que o Rio Grande precisa de estabilidade, paz e harmonia política. "Isto não tem sido fácil nos últimos anos. O Estado precisa de um projeto claro e definido e de uma afirmação vigorosa e incontestável diante do Brasil. Pela coligação PMDB-PDT. É por isso que este povo esta aqui, abarrotando a Assembleia Legislativa de democracia e civismo. Esta é uma aliança que vai produzir frutos para o futuro dos gaúchos", avaliou.
Fogaça ainda destacou a importância da atuação dos presidentes estaduais peemedebista e pedetista, Pedro Simon e Romildo Bolzan Jr., respectivamente, para a construção da aliança. "Simon e Romildo foram os grandes construtores deste projeto, que pretende dar ao Rio Grande um rumo, um destino, um novo tempo para sua gente." Para o candidato, o Rio Grande do Sul precisa se fortalecer e vencer a intransigência política para voltar a ser ouvido e respeitado pelo Brasil. "O esfacelamento só faz as comunidades andarem para traz: não há progresso, desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida. Por isso, a coligação tem como principais metas trazer um caminho seguro e uma mudança responsável e agregadora, que aproveita o patrimônio de esforços dos governos anteriores", frisou.
Com muito entusiasmo, alegria e emoção, o encontro foi encerrado com uma chuva de pétalas de rosa e de balões nas cores da bandeira rio-grandense. Músico e compositor, Fogaça aproveitou a trégua da chuva para retribuir a energia do público que o aguardava na Praça da Matriz, declamando o seguinte poema:
A chama vem do fogo.
A rosa vem da terra.
Há um bem que está em jogo.
E uma verdade aqui se encerra.
O bem é o Rio Grande amado
E a verdade é o que se vê
Chegou a hora, está provado, do PMDB e do PDT
A chama não se apaga
Vocês sabem mais do que eu
Cabe um Rio Grande inteiro
Num abraço do Pompeo
Esta rosa é feita de pétalas
Mas jamais se despedaça
Há muito Rio Grande pela Frente
Assinado: José Fogaça.
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